quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Mamíferos

Segue abaixo várias curiosidades a respeito dos mamíferos.
Espero que vocês descubram muitas coisas com essa postagem, eu mesma descobri muitas coisas que não sabia .
:D


As girafas possuem cordas vocais?
As simpáticas pescoçudas não possuem cordas, mas pregas vocais, como todos os animais. No entanto, são extremamente quietas. "Elas dificilmente vocalizam", conta Mara Cristina Marque de Ângelo, bióloga do setor de mamíferos do Zoológico de São Paulo. "Isso pode acontecer quando ainda são bebês ou na época do corte para o acasalamento". Em treze anos de trabalho no Zôo, Mara ouviu o som de uma girafa "grave e abafado" um única vez. "Estávamos tratando de um recém-nascido e, preocupada com o filhote, a girafa exprimiu o som", lembra a bióloga.


Como os ratos conseguem andar nas paredes?
A planta das patinhas deles têm pequenas saliências, as calosidades plantares ou ampolas adesivas. O jogo das garras e dessas protuberâncias permite ao animal encontrar um ponto de apoio eficaz nas reentrâncias e saliências que, embora invisíveis aos nossos olhos, se espalham pelas paredes. O animal não consegue andar por paredes perfeitamente lisas.



O elefante bebe água com a tromba?
Não. Na verdade, ele usa a tromba como um grande canudo para sugar até 10 litros de água e depois esguichá-la na boca para matar sua sede. A tromba do elefante é um prolongamento do nariz e do lábio superior do bichão, e é pela tromba que ele respira. Ele também a usa para pegar e carregar sua comida e objetos em geral e para jogar areia ou terra sobre seu corpo ? e tentar escapar das moscas. As trombas também têm sua função romântica: os elefantes as entrelaçam como prova de carinho e afeição.



Os olhos de um hamster podem cair se ele for pendurado de cabeça para baixo?
Isso não é verdade, embora não seja uma desculpa para poder judiar do bichinho. ?O hamster tem a pele muito frouxa e, se alguém segurá-lo pelo cangote, por exemplo, os olhos ficarão mais protuberantes?, afirma Nivea Lopes de Souza, professora do curso de Medicina Veterinária da USP. ?Mas não vão cair?. A pálpebra e a musculatura dos olhos podem ser rompidas durante uma briga ou um golpe mais brusco, mas isso raramente acontece.



Por que a mula não pode ter filhotes?
A mula é o híbrido do cruzamento entre animais de espécies diferentes: a égua e o jumento. Isso significa que ela não é nem uma coisa e nem outra. Ela é estéril porque não pode produzir óvulos. O burro, filhote macho que resulta do cruzamento da égua com o jumento, também não consegue produzir espermatozóides. Outra explicação é que tanto o macho quanto a fêmea não têm os órgãos genitais bem desenvolvidos, o que dificulta o acasalamento. Estes animais são bons para o trabalho pesado do campo.



Por que as baleias encalham na praia?
De acordo com Gabriel Maciel de Souza Vianna, do Projeto Baleia Jubarte, na Bahia, as baleias que encalham em geral já estão mortas ou bastante debilitadas. O motivo costuma ser a presença de parasitas nos ouvidos. Eles geram distúrbios no sistema labirinto dos animais e, assim, prejudicam sua capacidade de orientação espacial, levando-os muitas vezes a águas rasas. É comum o animal voltar a encalhar, mesmo depois de liberado. Segundo Vianna, com menor freqüência, algumas espécies de baleias ? como orca, cachalote e baleias brancas ? podem encalhar por conta de variações no campo magnético terrestre. ?Estas espécies têm um sistema de orientação que as posiciona de acordo com o campo magnético da Terra, o que possibilita, por exemplo, a ocorrência das migrações?, explica ele. ?Mas quando há variações neste campo magnético os animais se desorientam e podem encalhar em massa?, conclui Vianna.



Por que as orelhas do elefante são tão grandes?
As orelhas grandes servem para refrescar o elefante. Quando o sangue quente passa pela grande superfície das orelhas, ele recebe a rajada de vento e sofre uma queda de temperatura. Para ajudar no resfriamento, o animal também abana as orelhas.



Por que o focinho dos coelhos está sempre mexendo?
O olfato desse animal é muito apurado. As narinas dele são muito sensíveis, o que permite apreciar os diversos cheiros. E é dessa forma que os coelhos, principalmente os que vivem em ambiente selvagem, detectam a presença de eventuais perigos.



Por que o gambá tem cheiro ruim?
O gambá tem glândulas que produzem um líquido chamado butilmercaptana. Ele só é liberado quando o animal se sente ameaçado. O cheiro forte funciona como defesa do gambá, porque afasta os animais predadores. Quando não está em perigo, o gambá, assim como os outros animais, tem um cheiro característico.



Por que o macaco babuíno tem o bumbum azul?
Na verdade, o macaco que tem a cara e também o bumbum azul não é o babuíno, mas o mandril (
Mandrillus sphinx), como o Rafiki do desenho O Rei Leão. As cores são um fator-chave na vida sexual desse bicho. Na hora do acasalamento, seu traseiro fica ainda mais azul, assim como o peito, e manchinhas vermelhas aparecem nos pulsos e canelas do animal ? tudo isso para mostrar para o parceiro ou parceira que está pronto. Outra função do bumbum colorido é a de localização: no meio da mata, fica mais fácil reconhecer os membros do bando. Mas os mandris não são os únicos macacos a usar um tom diferente no derrière para se comunicar. "As fêmeas do babuíno da espécie Papio anubis e também dos chimpanzés ficam com o bumbum inchado e bem vermelho para avisar aos machos que estão no cio", conta Cláudio V. Pádua, professor de Manejo de Fauna da Universidade de Brasília (DF), "A cor também pode indicar quem é o mais forte, o mais poderoso e servir para diferenciar o macho da fêmea". Entre os mandris, por exemplo, a cor azul é mais pronunciada nos machos adultos que nos jovens e nas fêmeas.



Por que os filhos do porco se chamam leitão?
Segundo o professor de português Hudinilson Urbano, o termo leitão deriva de leite, "uma vez que se trata de filhotes que estão na fase de ’mama’", justifica. No ano de 1059, em Portugal, foi registrada a forma
leitones em Portugal (segundo Dicionário Etmológico da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado).



Por que os lobos uivam em noite de lua cheia?
Não é só nessas noites. O uivo é a comunicação deles, como o latido dos cães. Os lobos uivam principalmente para reunir o grupo na hora de caçar. É mais comum uivarem sob a lua cheia porque essas noites são claras e mais propícias para localizar as presas. Mas o uivo serve também para marcar território. Os lobos são capazes de reconhecer uns aos outros apenas pelo uivo. Quando dois grupos querem ocupar a mesma região, os animais deduzem o tamanho da alcatéia inimiga pela diversidade dos uivos que ela apresenta.



Por que os morcegos dormem de cabeça para baixo?
Porque assim fica mais fácil alçar vôo. As asas desse mamífero são, na verdade, seus dedos revestidos de pele; são um prolongamento do corpo e das pernas do animal. E o sangue não vai para a cabeça do bichinho pois ele tem um sistema da válvulas que regulam a pressão sangüínea.



Por que se põe ferradura nas patas dos cavalos?
O cavalo pisa sobre a extremidade de um único dedo, protegido por um casco, que a uma unha córnea. Na Antiguidade, os cavalos não eram ferrados e, como os casco se desgastavam depressa, os animais não podiam trabalhar por muito tempo. Por volta do século X, no Ocidente, passaram a colocar as ferraduras, cujos cravos se enterravam na parte morta do casco. E o costume se espalhou.



Qual é a diferença entre jumento, jegue, burro e asno?
Jumento, asno e jegue são sinônimos para o mesmo animal, da espécie
Equus asinus. Segundo Alexandre Gobesso, professor de produção de eqüinos da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, jegue é uma adaptação de Jack, uma das palavras para ?asno? em inglês. ?Na 2ª Guerra Mundial, os oficiais das bases americanas montadas no Nordeste chamavam os bichos por esse nome?, explica. ?E os brasileiros traduziram como jegue?. Já o burro e sua fêmea, a mula, são animais híbridos, ou seja, resultantes do cruzamento entre animais com número de cromossomos diferentes, o jumento e a égua, por isso, estéreis. Há ainda outra variação, o bardoto, produto da cópula entr eum cavalo e uma jumenta.



Você sabe a diferença entre camelos e dromedários?
Não confunda os dois. Apesar de ambos terem duas corcundas (também chamadas de corcovas), no dromedário uma delas é tão pequena que quase não aparece. Por isso, para ficar mais simples distingui-los, diz-se que o dromedário tem uma corcunda e o camelo, duas. O dromedário é dócil e a gente pode montar nele com facilidade.




2º ANO B
REDATOR e POSTADOR: Mariana Viana Gonçalves .
COORDENADOR: Mattheus Henrick .
COMPONENTES DO GRUPO: Mariana Viana (n°23), Mattheus Henrick(n°25), Fernanda Carolina(n°7) .

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Curiosidade Sobre Peixes

Existem 1500Espécies de peixes conhecidos no mundo cerca de 400 são brasileiras. A criação de peixes, tanto para alimentação quanto para decoração recebe o nome de piscicultura.
Existem quatro classes de peixes identificadas atualmente todas elas apresentam brânquias, pele com escamas e nadadeiras: os Ágnatos, os Placodermos, os Elasmobrânquios e os Teleosteos.Evoluíram todas nos tempos devonianos. Os Ágnatos são os mais primitivos, pois são os únicos com crânio semmandíbulas verdadeiras e que não possuem nadadeiras emparelhadas. Os peixes se expandiram grandemente no período Devonoano, e a enorme quentidade de restos fosséis descobertos oferece boa cobertura rlativamente aos grupos que evolúiram.
Os peixes ósseos formam o grupo de peixesmais abundantes, diversificado e complexo.Possuem um esqueleto ósseo e seu corpo é revestido de escama:
Os peixes Cartilaginosos ou Condrictios.
Os tubarões, as raias e as quimeras pertencem á classe dos Condríctios. São peixes cartilaginosos, predatorias e usualmente vigorosos nadadores. Dependem mais de suas grandes narinas para seguir suas presas, do que de seus olhos, que são muito pequenos.
O peixe mais bonito originario do rio Tapajos e seu afluentes, o acará e consideradio um dos peixes ornamentais mais bonitos do mundo.
O macho e muito carinhoso para com os filhotes, abocanhando delicadamente os que afastam e trazendo-os para junto dos demais.
Os Teléosteos dominantes da atualidade.
Os Teléosteos variam pronuncidamente em cada um dos seus aspectos. a forma do corpo e a organização geral mais primitivas são encotradas no Arenque e na sardinha, enquanto que a trita e o salmão apresentam formas levemente mais avançadas.

sábado, 17 de outubro de 2009

Protocordados

O termo Protocordados, refere-se a um grupo possivelmente parafilético ( por excluir os vertebrados) de animais invertebrados que reúne representantes do filo Chordata. Todos eles apresentam clivagem radial do zigoto, são deuterostômios, possuem fendas faríngeas e são marinhos.
Diferentes autores colocam os Hemichordatas como um subgrupo do Filo Chordata.
Essa postura foi tomada do fato de esses organismos apresentam uma estrutura semelhante á notocorda dos cordados, mas atualmente existem dúvidas sobre a homologia entre essa estrutura e a notocorda. Mais recentemente, muitos autores peferiram colocar os Hemichordata em um Filo á parte.
Os anfioxos são dióticos e as gônadas, saculiformes, não apresentam ductos genitais. Os gametas são liberados no interior da cavidade atrial pela ruptura da parede interna do átrio e, a seguir, para o meio externo, via atriporo. A desenvolvimento embrionério, eclode uma larva livre-natante que, após a metamorfose, adota os hábitos de vida do adulto.
Sistema nervoso: não existe encéfalo verdadeiro. O tubo nervoso é um pouco dilatado na região anterior (vesícula cerebal). Deste tubo saem nervos dispostos em series, dorsdal e ventralmente.
Sistema muscular: musculatura em miômeros (pacotes musculares em forma de "V" deitado), separados pelos mioseptos. Agem junto com a notocorda na locomoção.
Sistema circulatório: circulação realizada por lentas ondas de contração de alguns vasos, junto com a contração de numerosos pequenos bulbos pulsáteis, localizados ao longo das artérias. Não existem células sanguineas.
Sistema respiratório: principalmente pela superfície externa do corpo- pouco pela faringe.
Sistema reprodutor: numerosas gônadas com disposição segmentar. Ausências de gonoductos (rompe-se a parede interna do átrio para liberar os gametas). Sexos separados, larvas plantônicas, algumas pelágicas.
Sistema excretor: solenócitos (semelhantes ás células em flama dos platelmintos, musculosos e anelídeos ), distribuidas segmentamente.
Sistema digestivo: filtrador. Cavidade bucal, cirros, órgão rotatório, velum faringe (com até 200 fendas) suportada por uma estrutura rígida (arcos da faringe).
REDATOR: Samuel
COORDENADOR: Taíssa
POSTADOR: David
PESQUISA: Raphael
COMPONENTES DO GRUPO: 2° ANO ' C '
Alunos: David Eduardo
Raphael Fortunato
Samuel Sousa
Taíssa Moreira

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Classe dos Répteis


Esses animais recebem tal nome pelo fato de apresentarem movimentos de rastejamento, pois o termo REPTO em latim, significa arrastar-se, rastejar-se. Dentre os Répteis encontramos as tartarugas - esse termo se refere aos animais marinhos; os jabutis, que vivem em terra firme, e os cágados, animais semi-terrestres que vivem em água doce. As serpentes também são Répteis. O nome Cobra designa apenas a Naja que possui uma membrana na cabeça e vive na Índia. Dentre os Répteis, também incluímos o enorme grupo dos lagartos, jacarés e crocodilos. A pele desses animais não é molhada como a dos Anfíbios, mas ela pode apresentar escamas ou constituir couraças ou armaduras. As tartarugas possuem uma pele semelhante a um escudo. As serpentes apresentam escamas e os jacarés possuem uma pele endurecida em forma de armadura. As várias espécies de lagartos apresentam peles de diferentes cores, várias delas muito bonitas. As serpentes mostram tipos muito interessantes de peles, geralmente bastante coloridas e algumas vezes isso também ocorre na cobertura das tartarugas. Os répteis se distinguem dos Anfíbios pelo fato de possuírem pulmões desde o começo de suas vidas. Eles não se submetem a trans formações tal como aquelas realizadas pelos Anfíbios, pois não mudam do ambiente aquoso para o sólido, para a terra firme. Os jovens Répteis saem da casca de seus ovos e entram diretamente em contato com o âmbito terrestre. Com exceção das serpentes, os demais Répteis possuem membros. As serpentes também possuem membros durante a vida embrionária, mas eles vão sendo perdidos durante o desenvolvimento do animal, ainda dentro do ovo. Os Répteis possuem pulmões e pernas e não passam pelo estágio de peixe durante uma época do desenvolvimento. Os Anfíbios ainda possuem uma alternância de um estágio análogo ao do peixe e outro estágio em terra firme. Os Répteis decidiram ser habitantes da terra, mas ainda temuma conexão com o habitat aquático. O sistema circulatório dos Répteis é diferente dos Anfíbios. Estes desenvolvem 3 câmaras cardíacas e os Répteis 4. Mas, apesar do sistema circulatório dos Répteis ser ainda mais evoluído do que o dos Anfíbios, este apresenta uma mistura de sangue venoso e arterial em grande quantidade. Os Répteis são animais de sangue frio e a temperatura do sangue oscila em função do calor e do frio. A temperatura dos Répteis ainda depende do meio ambiente. Eles não possuem sangue quente como os Pássaros e os Mamíferos e gostam de aquecer-se ao Sol. As serpentes, os lagartos e os crocodilos apreciam muito o calor do Sol. Os Anfíbios são muito diferentes em relação a isso. Eles preferem a penumbra e locais úmidos. Os Répteis apreciam lugares secos. As serpentes e os crocodilos colocam ovos com casca dura de carbonato de cálcio, tal como os pássaros. Os Répteis possuem muitas características em comum com os Pássaros. A serpente é o ser que mais representa o grupo dos Répteis. É interessante notarmos que esses animais perderam os membros durante o desenvolvimento embrionário. As serpentes desenvolveram membros e depois perderam-nos. Isso nos mostra significativamente uma decadência. O esqueleto de uma serpente é algo muito estranho. Esse animal apresenta numerosas costelas e não possui membros verdadeiros. Além disso, sua cabeça é muito pequena em relação ao resto do corpo. Por que isso? Uma serpente é semelhante a um verme, mas apresenta um esqueleto interior, é um vertebrado e não um anelídeo. Ela une as características de verme com certas qualidades dos animais vertebrados. Além disso, as serpentes possuem um grande estômago e um grande intestino, o que confere a elas a possibilidade de devorar e digerir uma enorme quantidade de alimentos. A pele das costas das serpentes, em algumas espécies, é decorada podendo se estender, se esticar, caso haja necessidade, durante a digestão de um alimento muito grande. Essa estranha criatura, a serpente, combina as características dos vertebrados e dos vermes que são constituídos de um tubo digestivo. Serpentes e vermes representam um só indivíduo. As serpentes possuem pulmões. Normalmente o pulmão esquerdo está atrofiado enquanto que o direito cresce muito e atinge a região do estômago. Muitos outros répteis possuem pulmões como esse, com o lado direito mais desenvolvido que o esquerdo, existindo muitas variações. Tivemos ocasião de mencionar que a serpente possui uma cabeça bem pequena, Isso nos mostra uma atrofia, A cabeça da rã é bem desenvolvida. A serpente perdeu os seus membros e também a sua voz. Nenhum som permaneceu na voz da serpente além do sibilante "S". O pulmão desse animal se tornou excessivamente longo, e sua voz tem apenas um som, o da letra S, que é a própria expressão desse ser. Ovos e serpentes jovens . Os ovos são amarelo-esbranquiçados com cerca de 2 cm, um pouco viscosos e colocados no chão. O fato das serpentes, durante a fase inicial de seu desenvolvimento embrionário, possuírem membros e posteriormente perdê-los, nos revela uma descida em seu desenvolvimento e isso nos traz uma sensação estranha quando observamos as serpentes. Esse animal se arrasta tal como os vermes. Ele deveria ter membros, mas a única parte da serpente que tem algo a ver com os membros é a sua língua. É interessante observarmos o fato da serpente ter desenvolvido um corpo estreito e longo em vez de um organismo compacto com uma estrutura óssea. Ela perdeu os membros e também não possui voz. Os Répteis possuem muitas características comuns com as Aves mas, apesar disso, mantêm um contraste distinto entre esses dois grupos. Os Pássaros possuem uma voz muito desenvolvida. Ao compararmos as Aves com as serpentes, iremos observar enormes contrastes; os Pássaros possuem um sistema de membros e todo o seu organismo está impregnado de uma qualidade musical. O único som que a serpente possui é o som sibilante da letra S. Mas a serpente é muito sensível e responde à música. Esses animais deixam de apresentar a sua postura normal, rente ao chão, e se tornam fascinados pelos sons musicais. Por essa razão, a serpente exerce um feitiço, um encanto em outros Répteis. Um fato interessante é o do crocodilo viver entre as aves. O Grou, pássaro de pernas longas, pousa nas costas dos crocodilos para limpá-los. Esses dois animais vivem em conjunto, harmonicamente, caracterizando um caso de simbiose. Ao encontrarmos na natureza uma associação entre seres, poderemos perguntar: o que um perde e outro ganha? No caso da simbiose um complementa o outro, ocorrendo um trabalho no sentido positivo para os dois seres. Existem porém, outras associações que não são de simbiose mas de hostilidade mútua, onde cada um trabalha para si, mas também contra o outro, num sentido negativo, esse é o caso do parasitismo. A anêmona do mar e o caranguejo eremita são outros pares de seres que nos dão um exemplo bem interessante de simbiose. Devemos sempre considerar os organismos e a relação entre eles, para entender como se processa a simbiose. A intensa vitalidade do sangue dos Répteis vai até os dentes venenosos da serpente. Fortes músculos rodeiam a glândula produtora de veneno situada na cabeça da serpente e conduzem o veneno até os dentes. Esse veneno ataca destrutivamente o sangue humano. Tal como mencionamos anteriormente, a serpente é um ser muito estranho e podemos, observando seu organismo, notar como ela se degenerou de várias maneiras. Existem muitos fatos que podem ser mencionados a respeito dos Répteis e Anfíbios. Podemos notar que existem poucos Répteis nas regiões norte do hemisfério Norte. Na Europa, a víbora vai se tornando cada vez mais rara à medida que vamos caminhando em direção ao norte. Esse animal não é encontrado na Irlanda, Isso também ocorre em relação aos Anfíbios. Na região equatorial, tanto Répteis quanto Anfíbios são encontrados em grande variedade e número. Outro fato interessante é o da serpente ter força, e isso não está nos membros mas em seu olho. O sapo também tem força em seus olhos, mas não tão intensamente quanto as serpentes. Existe veneno nos dentes das serpentes venenosas e também no olhar dos Anfíbios e Répteis. A serpente possui um olhar rígido. Sabemos que as serpentes eram animais mais desenvolvidos no passado. Elas perderam algumas qualidades. Sua mobilidade, anteriormente realizada por meio de membros, foi dirigida, como força, para os dentes e para a língua. As serpentes apresentam algo estranho e mágico, Podemos notar o encanto que a serpente exerce nos outros seres vivos. Rousseau, um francês que viveu no século XVIII, hipnotizava sapos. Ele olhava fixamente para eles e esses animais se tornavam rígidos. Numa certa ocasião ele teve uma experiência muito desagradável: não estava se sentindo muito bem e tentou hipnotizar um sapo. Ocorreu o oposto; ele próprio ficou rígido e caiu. A organização da vontade dos Répteis e Anfíbios é muito forte. Existe uma inter-relação entre o ser humano e o animal. Esses dois grupos de animais possuem uma grande ligação com a organização da vontade do ser humano. Muitas pessoas tem um sentimento de repulsa instintiva por Répteis e Anfíbios. Isso pode ser explicado pelo fato de nosso desenvolvimento intelectual e moral ter sido realizado em direção oposta àquelas forças de vitalidade que foram unilateralmente desenvolvidas pelos Répteis e Anfíbios. Resumindo: encontramos 3 tipos de animais que pertencem ao grupo dos Répteis: Lagartos, Serpentes, Crocodilos (Tartarugas). Os lagartos apresentam o maior desenvolvimento dos nervos e dos órgãos dos sentidos em relação aos outros Répteis atuais. As serpentes são os Répteis mais típicos; elas possuem o sistema digestivo muito desenvolvido. Os crocodilos desenvolveram os sistemas digestivo e de membros. Todos os Répteis são anões remanescentes dos Sáurios que eram os grandes monstros da era Mesosóica. Os Anfíbios E Répteis são miniaturas de tais seres. Existem poucos representantes daqueles animais monstruosos que viveram antes do surgimento dos mamíferos e pássaros. É principalmente nas vizinhanças da Índia, no arquipélago himalaio e proximidades, ou seja, na região situada em torno do extinto continente Lemúrio, onde ainda podemos encontrar um tipo de lagarto voador que, apesar de sua forma diminuta, evoca os grandes animais que viviam na pré-história. Nessa região também existem miniaturas dos grandes Sáurios. O camaleão é um animal que se assemelha aos lagartos. Apesar dele ser Anfíbio, o fato dele mudar sua cor conforme o ambiente, também nos mostra uma característica presente em eras antigas. A alteração das cores da pele, segundo a cor do ambiente, está ligada a um estado de excitação. Os Répteis realizam um desenvolvimento do sistema nervoso. Os crocodilos possuem mais força e voracidade do que todos os outros Répteis atualmente existentes. A parte inferior de seu corpo se tornou muito grosseira, seus dentes são muito fortes. Os crocodilos nos nos mostram uma relação íntima com os antigos Sáurios. Os lagartos são os seres mais elevados entre os Répteis; o crocodilo, o mais baixo. As tartarugas, com sua carapaça semelhante a uma concha, constituem um tipo muito interessante de Répteis. Podemos notar que uma tartaruga está completamente aprisionada em sua couraça. Somente a cabeça, membros e um rabinho conseguem sair dessa estrutura, o que nos dá a impressão de um caranguejo, que também é constituído numa estrutura de carapaça. A tartaruga é um caramujo no mais alto grau de desenvolvimento, com um incômodo corpo e uma cabeça diminuta lançada para a frente. Todas as tartarugas e caramujos se distinguem por sua lentidão. A morosidade dos jabutis e das serpentes é famosa. As tartarugas possuem uma certa ligação, uma aproximação com os Anfíbios. Encontramos nos Anfíbios e Répteis exemplos de metamorfose de um grupo em outro, onde existem muitos exemplos de transições. Ao remontarmos à evolução da Terra, entes da extinção dos grandes Sáurios, iremos notar que existiam naquelas antigas épocas, três tipos principais de Répteis semelhantes aos dragões, a saber: Pleiosauros, Ictiosauros e Sáurios voadores. Os Pleiosauros apresentavam um volume enorme e o porte era semelhante ao dos hipopótamos mas muito maior; seus membros eram enormes mas finos, e seus pés eram palmípedes, e isso sugere que tais animais viviam em ambientes pantanosos, Eles possuíam um pescoço comprido como o de uma girafa e uma longa cabeça. Os Ictiosauros eram mais parecidos com os Peixes. Existiam ainda os Sáurios voadores que realizavam um movimento de bater asas, sendo as mesmas constituídas por membranas situadas nas extremidades dos membros posteriores. As condições atmosféricas daquela época eram diferentes da atual, principalmente em relação à densidade do ar que era maior naquela época. Todos os Sáurios daquele período tinham enormes olhos, pois a luz do Sol penetrava com dificuldade essa densa camada de ar saturado de umidade. Houve um tempo onde todos os Sáurios foram destruídos e todo esse meio ambiente pantanoso da Terra sofreu uma profunda modificação. Os Sáurios não puderam resistir a essa mudança do meio ambiente. Poppelbaum, em seu livro "Homem e Animal", descreveu como ocorreu essa transformação na evolução da Terra. O ser humano daquela época ainda não tinha surgido na Terra. Não existiam seres humanos no período dos Sáurios. Toda a Terra e o seu meio ambiente sofreram profundas transformações. A atmosfera clareou, a Terra se tornou mais sólida, o chão mais firme. O mundo dos Sáurios desapareceu e com ele, as criaturas monstruosas. A partir daí, surgiram as Aves e os Mamíferos, bem como as plantas com flores, as Angiospermas. Na lacuna deixada pelo desaparecimento dos Sáurios, surgiram cinco PHYLA de Vertebrados: Aves, Mamíferos, Répteis, Anfíbios e Peixes. No Museu de Historia Natural de Stuttgart, existe uma coleção de fósseis da era Jurássica, onde constatou-se que esses Sáurios extintos eram criaturas vigorosas. Nesse museu encontramos remanescentes dos mesmos, com formas muito estranhas, alguns parecidos com dragões. Nenhum deles vive no mundo atual, apenas alguns representantes muito menores e mais sofisticados, pertencentes ao grupo dos Répteis. A enorme quantidade de Sáurios desapareceu da Terra atual. Mencionamos inicialmente as Aves e Mamíferos, os animais superiores. Tentamos mostrar que o ser Humano guarda uma intensa relação com o mundo animal. O Homem une em si, tudo aquilo que cada um dos animais representa de maneira unilateral. Depois do estudo dos Pássaros e Mamíferos, examinamos o reino dos animais inferiores abordando os Protozoários. Após esse estudo, abordamos os Celenterados que são animais que diferenciam a estrutura digestiva da nervosa. Em alguns deles, o sistema cabeça está mais desenvolvido, em outros, é o corpo que se desenvolve. Os Peixes inauguram o ramo principal dos organismos mais aperfeiçoados, Os animais situados num grau mais abaixo terminam nos Peixes. Após termos estudado esse grupo, tivemos a ocasião de mencionar como alguns seres deixaram a água e constituíram membros. Uma tentativa de formação de um sistema circulatório capaz de lidar com uma circulação que percorre um corpo quente, de temperatura constante, ainda não conseguiu ser realizada no domínio dos Sáurios. Tais seres saíram do processo evolutivo geral. Existe uma grande lacuna no processo de evolução na região compreendida entre Peixes e Animais superiores. O mais completo e perfeito organismo que o reino animal foi capaz de elaborar, foi realizado: o ser humano sobre a Terra. O reino animal mais inferior está relacionado com o desenvolvimento do Cosmos. O reino animal superior está mais ligado com o ser Humano. No momento em que o reino dos animais inferiores toca o reino dos animais superiores, surge o Homem. Terminamos o estudo dos 12 Phyla dos grandes grupos do Reino animal. Iremos tratar do relacionamento entre os diferentes grupos de animais e o ser humano e estudar a relação do Homem com o reino animal e o Cosmos. Este será o conteúdo das duas conferências finais deste ano.
REDATOR: Adriana de Brito Arriel / Ana Carolina / Gabriella / Bruno
COORDENADOR: Adriana de Brito Arriel
POSTADOR: Adriana de Brito
COMPONENTES DO GRUPO: Adriana / Ana Carolina / Gabriella / Bruno

Répteis

Répteis:

Classe de vertebrados, de corpo geralmente alongado, exceto nos cágados e tartarugas, e coberto de escamas ou placas queratinizadas. São animais cujos embriões são rodeados por uma membrana amniótica.

Os répteis estão entre os mais antigos grupos de animais terrestres do mundo. Os primeiros répteis, como são conhecidos hoje em dia, evoluíram dos anfíbios há 250 ou 300 milhões de anos atrás e proliferaram com rapidez até se transformarem numa criatura terrestre. Provavelmente, os primeiros répteis eram fisicamente parecidos com os que existem hoje em dia. As suas peles grossas e impermeáveis ajudaram-nos a manter a umidade e os ovos em conchas e permitiram-lhes desenvolver-se em ambientes secos. Estas adaptações ajudaram a completar os seus ciclos de vida na terra. Dessa forma, eles foram capazes de colonizar quase todo o ambiente terrestre muito rapidamente.

Os répteis que conhecemos hoje em dia representam um pequeno exemplo daquelas primeiras criaturas, a maioria evoluiu rapidamente em outras direções. Registros de fósseis mostram que os dinossauros e seus parentes, por exemplo, foram descendentes dos primeiros répteis, e não ao contrário. Com o tempo, vários grupos de répteis se diversificaram.

Principais Características

§ O esqueleto é completamente ossificado;

§ Alguns répteis, como o Sphenodon, têm costelas ventrais;

§ Os pulmões são bem desenvolvidos e, por vezes, providos de sacos aéreos;

§ O coração tem três cavidades, com uma divisão parcial no ventrículo, exceto nos crocodilos, em que há quatro cavidades separadas;

§ Os ovos geralmente são grandes e têm casca calcária ou coriácea.

Principais Grupos de Répteis

Os Quelónios (Cágados e Tartarugas)

Têm o corpo coberto por uma carapaça óssea revestida de placas córneas. O esqueleto é parcialmente ligado à carapaça. Não têm dentes, mas as maxilas são cobertas de substância córnea que lhes dá grande resistência. São dotados de grande longevidade (mais de 200 anos).

Os Lagartos

Estão representados no Norte da Europa pela Lacerta vivípara, que pode medir 18 cm, incluindo a cauda de 10 cm, o lagarto-da-areia (Lacerta agilis), de 25 cm de comprimento total, com cauda de 13 cm, e o lagarto-sem-pernas ou licanço (Anguis fragilis), de 30 cm a 40 cm de comprimento. No Centro e no Sul da Europa encontram-se lagartos, como o sardão (Lacerta lépida), que podem atingir 50 cm de comprimento.

Os Camaleões

São arborícolas e podem mudar de cor de harmonia com o ambiente.

As Cobras

São desprovidas de membros, mas em algumas (serpentes gigantes, como as jibóias) encontram-se, debaixo da pele, vestígios dos membros posteriores.

Os Crocodilos

São os répteis mais altamente evoluídos, o que é denunciado pelo coração dividido em quatro cavidades e pelos dentes implantados em alvéolos.

REDATOR:Livia Carlos
COORDENADOR:PATRICIA
POSTADOR:Patricia vivane
COMPONENTES DO GRUPO: Patricia viviane, Livia,Rafaella,Barbara e Caroline Aguiar

Répteis



Nos dias de hoje, os répteis que vivem no planeta Terra são bem menores do que seus ancestrais pré-históricos, e podem ser divididos em cinco classes dentro de sua espécie: os crocodilanos (os crocodilos e jacarés, por exemplo, que são encontrados geralmente em regiões de clima quente); os quelônios (os cágados, jabutis e diversos tipos de tartarugas); os ofídios (são as cobras e serpentes), os sáurios (os lagartos e camaleões) e o tuatara, este grupo foi o único que sobrou do grupo pré-histórico dos reincocéfalos (eles habitam unicamente a Nova Zelândia).

Esta categoria animal tem o sangue frio, por este motivo, não conseguem viver em regiões de clima com temperaturas baixas, habitando, na grande parte das vezes, lugares mais quentes do planeta. No Brasil, por exemplo, encontramos várias espécies de répteis, em função do clima ser predominantemente quente, propício a sua adaptação, reprodução e desenvolvimento. Já em áreas de climas temperados, como a Grã-Bretanha, estes animais hibernam no inverno, pois se fosse diferente, seu sangue, que adquire a temperatura do meio-ambiente, poderia congelar.

Estes animais, em sua maioria, botam ovos (ovíparos) e estes são chocados pelo calor gerado pelo Sol. Porém, há alguns tipos de cobras e lagartos que já põe os seus filhotes formados. Sobre suas principais características físicas, vale dizer que a pele é formada por duras escamas e, também que, muitos répteis, respiram através de pulmões, isto vale também para os que vivem dentro ou perto da água.

Interessante: No Brasil, existe um valoroso trabalho de preservação de uma espécie réptil que quase entrou em extinção. Numa parceria com o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), a Fundação Pró-Tamar realiza o monitoramento de mil quilômetros de praia, acompanhando a reprodução desde o nascimento até o desenvolvimento das tartarugas marinhas. O Projeto Tamar é reconhecido no mundo todo como um exemplo de trabalho voltado para a preservação das tartarugas marinhas.

Curiosidade: Os répteis podem ser encontrados em todos os continentes, exceto na Antártica em função das baixas temperaturas.
Os répteis (latim científico: Reptilia) constituem uma classe de animais vertebrados tetrápodes e ectotérmicos, ou seja, não possuem temperatura corporal constante. São todos amniotas (animais cujos embriões são rodeados por uma membrana aminiótica). Os répteis atuais são representados por quatro ordens:

-Ordem Crocodilia (crocodilos): 23 espécies
-Ordem Rhynchocephalia(tuataras da Nova Zelândia): 2 espécies
-Ordem Squamata (lagartos ou camaleão e cobras): aproximadamente 7.600 espécies
-Ordem Testudinata - (tartarugas): aproximadamente 300 espécies
-Os dinossauros, extintos no final do Mesozóico, pertencem à super-ordem Dinosauria, também integrada na classe dos répteis.
Outros répteis pré-históricos são os membros das ordens Pterosauria, Plesiosauria e Ichthyosauria.

Os répteis são encontrados em todos os continentes exceto na Antártica, apesar de suas principais distribuições compreenderem os trópicos e subtrópicos. Não possuem uma temperatura corporal constante. Conseguem até um certo ponto regular ativamente a temperatura corporal, que é altamente dependente da temperatura ambiente. A maioria das espécies de répteis são carnívoras e ovíparas (botam ovos). Algumas espécies são ovovivíparas, e algumas poucas espécies são realmente vivíparas. A língua portuguesa permite duas ortografias: reptil (oxítona), com plural reptis; ou réptil (paroxítona), com plural répteis.

Evolução dos Répteis
Existem milhares de fósseis de espécies que mostram uma clara transição entre os ancestrais dos répteis e os répteis modernos. O primeiro verdadeiro réptil é categorizado como Anapsídeos, tendo um crânio sólido com buracos apenas para nariz, olhos, espinha dorsal, etc. Algumas pessoas acreditam que tartarugas são os Anapsídeos sobreviventes, já que eles compartilham essa estrutura de crânio, mas essa informação tem sido contestada ultimamente, com alguns argumentando que tartarugas criaram esse mecanismo de maneira a melhorar sua armadura. Os dois lados tem fortes evidências, e o conflito ainda está por ser resolvido. Pouco depois do aparecimento dos répteis, o grupo dividiu-se em dois ramos. Um dos quais evoluíu para os mamíferos, o outro voltou a dividir-se nos lepidossauros (que inclui as cobras e lagartos modernos e talvez os répteis marinhos do Mesozóico) e nos arcossauros (crocodilos e dinossauros). Esta última classe deu origem também às aves.


Características dos Répteis:
Os répteis possuem:
um corpo coberto com pele seca cornificada (não mucosa) geralmente com escamas ou escudos e possuem poucas glândulas superficiais; dois pares de extremidades, cada uma tipicamente com cinco dedos terminando em garras córneas e adaptadas para correr, rastejar ou trepar; pernas semelhantes a remos nas tartarugas marinhas, reduzidas em alguns lagartos, ausentes em alguns outros lagartos e em todas as cobras; Esqueleto completamente ossificado; crânio com um côndilo occipital; Coração imperfeitamente dividido em quatro câmaras, duas aurículas e um ventrículo parcialmente dividido (ventrículos separados nos crocodilianos); um par de arcos aórticos; glóbulos vermelhos nucleados, biconvexos e ovais; Respiração pulmonar; algumas espécies (tartarugas marinhas) possuem respiração coaclal; Doze pares de nervos cranianos; Temperatura corporal variável (pecilotermos), de acordo com o ambiente; Fecundação interna, geralmente por órgãos copuladores; ovos grandes, com grandes vitelos, em cascas córneas ou calcárias geralmente postos, mas retidos pela fêmea para o desenvolvimento em alguns lagartos e cobras; Segmentação meroblástica; envoltórios embrionários (Âmnio, cório, saco vitelino e alantóide) presentes durante o desenvolvimento; filhotes quando eclodem (nascem) assemelham-se aos adultos; sem metamorfose.


REDATOR:Patricia viviane
COORDENADOR:Patricia viviane
POSTADOR:Patricia viviane
COMPONENTES DO GRUPO:Patricia viviane, Livia Carlos, Rafaella,Carol Aguiar,Barbara . 2º ANO D

domingo, 11 de outubro de 2009

A Evolução dos peixes:

Os primeiros peixes surgiram há cerca de 500 milhões de anos e eram semelhantes às lampreias atuais. Há cerca de 400 milhões de anos surgiram os peixes com esqueleto cartilagíneo. Parentes dos tubarões atuais, raias e esturjões. Os dois primeiros grupos são marinhos, enquanto que os esturjões são migradores anádromos.
Há mais ou menos 250 milhões de anos, surgiram os primeiros peixes com esqueleto ósseo.
A maior parte das cerca de 22000 espécies de peixes pertencem ao grupo dos peixes ósseos.


Caracterização Morfológica dos Peixes


Atualmente nos sistemas aquáticos do nordeste transmontano só se encontram referenciados peixes ósseos. Por isso, no presente documento, a caracterização morfológica só se refere a este grupo de peixes. A figura representa um peixe ósseo tipo.
De um modo geral um peixe ósseo apresenta duas séries de barbatanas pares: as peitorais (1) e as pélvicas (2). Apresenta igualmente várias barbatanas impares: a dorsal (3), a anal (4) e a caudal (5). As pares têm essencialmente um papel de estabilização. A função das barbatanas dorsal e anal é comparável à da quilha de um barco. Finalmente, a caudal tem um papel de propulsão. Estas podem ter raios espinhosos (6) e/ou moles (7). Os salmonídeos (trutas e salmões) apresentam ainda entre a barbatana dorsal e a caudal uma pequena estrutura carnuda chamada barbatana adiposa (8). A linha lateral (9) tem uma textura ligeiramente diferente da do resto do corpo. Consiste num certo número de poros ligados por um canal situado logo abaixo da superfície da pele. Esta estrutura tem funções sensoriais e permite a detecção de presas, predadores e avaliar distâncias. Os barbilhos, presentes em algumas espécies (10) são órgãos tácteis com papel importante na procura do alimento. O óperculo (11) é uma estrutura óssea que cobre as brânquias.


Os peixes são animais vertebrados, aquáticos, tipicamente ectotérmicos, que possuem o corpo fusiforme, os membros transformados em barbatanas ou nadadeiras sustentadas por raios ósseos ou cartilaginosos, as guelras ou brânquias com que respiram o oxigénio dissolvido na água e, na sua maior parte, o corpo coberto de escamas.

Classificação:

O termo peixe tem sido utilizado para descrever um vertebrado aquático com brânquias, membros na forma de nadadeiras, e com escamas de origem dérmica. Sendo este conceito do termo “peixe” utilizado por conveniência, e não por unidade taxonômica, porque os peixes não compõem um grupo monofilético, já que eles não possuem um ancestral comum exclusivo. Para que se tornasse um grupo monofilético, os peixes deveriam agrupar os Tetrápodes.
Os peixes são divididos nos seguintes grupos:
• Peixes ósseos à qual pertencem as sardinhas, as garoupas, o bacalhau, o atum e todos os peixes com esqueleto ósseo;
• Peixes cartilaginosos à qual pertencem os tubarões e as raias;
• Vários grupos de peixes sem maxilas, incluindo as lampreias e as mixinas.

Ecologia dos peixes

Classificação ecológica.


Uma forma de classificar os peixes é segundo o seu comportamento relativo à região das águas onde vivem; este comportamento determina o papel de cada grupo no ambiente aquático:
• Pelágicos- os peixes que vivem em cardumes, nadando na coluna da água; fazem parte deste grupo as sardinhas, as anchovas, os atuns e muitos tubarões.
• Demersais- os que vivem a maior parte do tempo em associação com o substrato, como as garoupas. Muitas espécies demersais têm hábitos territoriais e defendem o seu território ativamente.
• Batipelágicos- os peixes que nadam livremente em águas de grandes profundidades.
• Mesopelágicos- espécies que fazem grandes migrações verticais diárias, aproximando-se da superfície à noite e vivendo em águas profundas durante o dia.

Hábitos alimentares

Os peixes pelágicos de pequenas dimensões como as sardinhas são geralmente planctonófagos, que se alimentam quase passivamente do plâncton disperso na água.
Algumas espécies de maiores dimensões têm também este hábito alimentar, incluindo algumas baleias e alguns tubarões como os zorros. Mas a maioria dos grandes peixes pelágicos são predadores ativos.
Os peixes demersais podem ser predadores, mas também podem ser herbívoros, que se alimentam de plantas aquáticas, detritívoros, ou serem comensais de outros organismos, como a rêmora que se fixa no atum ou tubarão através dum disco adesivo no topo da cabeça e se alimenta dos restos de comida que caem da boca do seu hospedeiro, ou mesmo parasitas de outros organismos.
Alguns peixes abissais e também alguns neríticos, como os diabos apresentam excrescências, geralmente na cabeça , que servem para atrair as suas presas; essas espécies costumam ter uma boca de grandes dimensões, que lhes permitem comer animais maiores que eles próprios. Numa destas espécies, o macho é parasita da fêmea, ficando-se pela boca a um tentáculo da sua cabeça.
Hábitos de reprodução
A maioria dos peixes é dióica, ovípara, fertiliza os óvulos externamente e não desenvolve cuidados parentais. Nas espécies que vivem em cardumes, as fêmeas desovam nas próprias águas onde os cardumes vivem e os machos liberam o esperma na água, promovendo a fertilização. Em alguns peixes pelágicos, os ovos flutuam livremente na água, nestes casos, os óvulos podem não ser tão numerosos, uma vez que são vulneráveis aos predadores.

Existem exceções a todas estas características e neste artigo referem-se os casos de espécies que se reproduzem na água doce, mas crescem na água salgada e vice- versa.
Em termos de separação dos sexos, existem também casos de hermafroditismo e casos de mudança de sexo – peixes que são fêmeas durante as primeiras fases de maturação sexual e depois se transformam em machos (protoginia) e o inverso (protandria).
Os cuidados parentais apresentam casos bastante curiosos. Nos cavalos-marinhos o macho recolhe os ovos fecundados e incuba-os numa bolsa marsupial. Muitos ciclídeos e algumas famosas espécies de aquário endemicas do Lago Niassa guardam os filhotes na boca para protegerem dos predadores.
Refere-se acima que a maioria dos peixes é ovípara, mas existem também espécies vivíparas e ovovivíparas em que o embrião se desenvolver dentro do útero materno. Nestes casos, pode haver fertilização interna.


Hábitos de repouso

Os peixes não dormem. Eles apenas alternam estados de vigília e repouso. O período de repouso consiste num aparente estado de imobilidade, em que os peixes mantêm o equilíbrio por meio de movimentos bem lentos.
Como não tem pálpebras, seus olhos ficam sempre abertos. Algumas espécies se deitam no fundo do mar ou no rio, enquanto os menores se escondem em buracos para não serem comidos enquanto descansam.

Migrações

Muitas espécies de peixes realizam migrações regularmente, desde migrações diárias, até anuais, percorrendo distâncias que podem vairar de apenas alguns metros até várias centenas de quilometros e mesmo pruri-anuais, como as migrações das enguias.

Os peixes migratórios classificam-se da seguinte forma:

• diádromos – peixes que migram entre os rios e o mar;
• anádromos – peixes que vivem geralmente no mar, mas se reproduzem em água doce;
• catádromos – peixes que vivem nos rios, mas se reproduzem no mar;
• anfídromos – peixes que mudam o seu habitat de água doce para salgada durante a vida, mas não para se reproduzirem;
• potamódromos – peixes que realizam as suas migrações sempre em água doce, dentro dum rio ou dum rio para um lago;
• oceanódromos – peixes que realizam as suas migrações sempre em águas marinhas.
Camuflagem e outras formas de proteção
Alguns peixes se camuflam para fugirem de certos predadores, outros para melhor apanharem as suas presas. Algumas espécies de arraia, por outro lado, se escondem na areia e podem mudar o tom da pele, para suas presas não notarem sua presença no ambiente.

Anatomia dos peixes

Anatomia interna

• Esqueleto
• Coração
• Aparelho digestivo

Bexiga natatória

A bexiga natatória é um órgão que auxilia o peixe a manter-se a determinada profundidade através do controle da sua densidade relativa à agua. É um saco de paredes frexíveis, derivado do intestino que pode expandir-se ou contrair de acordo com a pressão; tem muito poucos vasos sanguíneos, mas as paredes estão forradas com cristais de guanina, que as fazem impermeáveis aos gases.
A bexiga natatória possui uma glândula que permite a introdução de gases, principalmente oxigénio, na bexiga, para aumentar o seu volume. Noutra região da bexiga, esta encontra-se em contacto com o sangue através doutra estrutura conhecida por "janela oval", através da qual o oxigénio pode voltar para a corrente sanguínea, baixando assim a pressão dentro da bexiga natatória e diminuindo o seu tamanho.
Nem todos os peixes possuem este órgão: os tubarões controlam a sua posição na água apenas com a locomoção e com o controle de densidade de seus corpos, através da quantidade de óleo em seu fígado; outros peixes têm reservas de tecido adiposo para essa finalidade.
A presença de bexiga natatória traz uma desvantagem para o seu portador: ela proíbe a subida rápida do animal dentro da coluna de água, sob o risco daquele órgão rebentar.
A denominação bexiga natatória foi substituída por vesícula gasosa.
Anatomia externa
Para além de mostrar diferentes adaptações evolutivas dos peixes ao meio aquático, as características externas destes animais (e algumas internas, tais como o número de vértebras) são muito importantes para a sua classificação sistemática

Forma do corpo

A forma do corpo dos peixes "típicos" é uma das suas melhores adaptações à locomoção dentro de água. A maioria dos peixes pelágicos , principalmente os que formam cardumes activos, como os atuns, apresentam esta forma "típica".
No entanto, há bastantes variações a esta forma típica, principalmente entre os demersais e nos peixes abissais . Nestes últimos, o corpo pode ser globoso e apresentar excrescências que servem para atrair as suas presas.
A variação mais dramática do corpo dos peixes encontra-se nos Pleuronectiformes, ordem a que pertencem os linguados e as solhas. Nestes animais, adaptados a viverem escondidos em fundos de areia, o corpo sofre metamorfoses durante o seu desenvolvimento larvar, de forma que os dois olhos ficam do mesmo lado do corpo.
Muitos outros peixes demersais têm o corpo achatado dorsi-ventralmente para melhor se confundirem com o fundo. Alguns, como os góbios, que são peixes muito pequenos que vivem em estuários, têm inclusivamente as nadadeirass ventrais transformadas num disco adesivo, para evitarem ser arrastados pelas correntes de maré
Os Anguilliformes têm o corpo "anguiliforme", ou seja em forma de serpente, assim como algumas outras ordens de peixes.

Nadadeiras

As barbatanas ou nadadeiras são os órgãos de locomoção dos peixes. São extensões da derme suportadas por lepidotríquias, que são escamas modificadas e funcionam como os raios das rodas de bicicleta. Por essa razão, chamam-se raios os que são flexíveis, muitas vezes segmentados e ramificados, ou espinhos, quando são rígidos e podem ser ocos e possuir um canal para a emissão de veneno.
Os números de espinhos e raios nas nadadeiras dos peixes são importantes caracteres para a sua classificação, havendo mesmo chaves dicotómicas para a sua identificação em que este é um dos principais factores.
Tipicamente, os peixes apresentam os seguintes tipos de nadadeiras:
• uma nadadeira dorsal
• uma nadadeira anal
• uma nadadeira caudal
• um par de nadadeiras ventrais e
• um par de nadadeiras peitorais.
Apenas as nadadeiras pares têm relação evolutiva com os membros dos restantes vertebrados.
Algumas ou todas estas nadadeiras podem faltar ou estar unidas - já foi referida a transformação das nadadeiras peitorais dos góbios num disco adesivo – mas as uniões mais comuns são entre as nadadeiras ímpares, como a dorsal com a caudal e anal com caudal.
As nadadeiras têm formas e cores típicas em alguns grupos de peixes, como as nadadeiras dorsais dos tubarões: para além de avisarem os banhistas para saírem da água, em praias onde eles podem aparecer e ser perigosos, são um importante produto na culinária da China.
Para além da coloração do corpo, a forma e cor das nadadeiras são decisivas para os aquaristas, de tal forma que chegam a ser produzidas variedades de espécies com nadadeiras espectaculares, como o famoso cauda-de-véu, uma variedade do peixinho-dourado.
Alguns grupos de peixes, para além da nadadeira dorsal com espinhos e raios, possuem uma nadadeira adiposa, normalmente perto da caudal. É o caso dos salmões e dos peixes da família do bacalhau .

Escamas ou placas

A pele dos peixes é fundamentalmente semelhante à dos outros vertebrados, mas possui algumas características específicas dos animais aquáticos. O corpo dos peixes está normalmente coberto de muco que, por um lado diminui a resistência da água ao movimento e, por outro, os protege dos inimigos. Embora haja muitos grupos de peixes com pele nua, como as enguias, a maior parte dos peixes tem-na coberta de escamas que, ao contrário dos répteis, têm origem na própria derme.
Os peixes apresentam quatro tipos básicos de escamas:
• ciclóides, as mais comuns, normalmente finas, sub-circulares e com a margem lisa ou finamente serrilhada;
• ctenóides, também sub-circulares, mas normalmente rugosas e com a margem serrilhada ou mesmo espinhosa;
• ganóides , de forma sub-romboidal e que podem ser bastante grossas como as dos esturjões; e salmões.
• placóides, normalmente duras com um ou mais espinhos, de formas variadas.
Alguns grupos de peixes têm o corpo coberto de placas ou mesmo uma armadura rígida, como o peixe-cofre e os cavalos-marinhos. Esta armadura pode estar ornamentada com cristas e espinhos e apresenta fendas por onde saem as nadadeiras.

Linha lateral

Um órgão sensorial específico dos peixes é a linha lateral, normalmente formada por uma fiada longitudinal de escamas perfuradas através das quais corre um canal que tem ligação com o sistema nervoso; aparentemente, este órgão tem funções relacionadas com a orientação, uma espécie de sentido do olfacto através do qual os peixes reconhecem as características das massas de água.
Sistema nervoso e órgãos dos sentidos
Peixes têm sistemas nervosos complexos e seu cérebro é dividido em diferentes partes. O mais anterior, ou frontal, contém as glândulas olfativas. Diferente da maioria dos vertebrados, o cérebro do peixe primeiro processa o senso do olfato antes de todas as ações voluntárias.
Os lobos óticos processam informações dos olhos. O cerebelo coordena os movimentos do corpo enquanto a medula controla as funções dos órgãos internos.
Aproximadamente todos os peixes diurnos possuem olhos bem desenvolvidos com visão colorida. Muitos peixes possuem também células especializadas conhecidas como quimioreceptores, que são responsáveis pelos sentidos de gosto e cheiro.
A maioria dos peixes têm receptores sensitivos que formam o sistema linear lateral, que permite aos peixes detectar correntes e vibrações, bem como o movimento de outros peixes e presas por perto.
Em 2003, alguns cientistas escoceses da Universidade de Edimburgo descobriram que os peixes podem sentir dor. Um estudo prévio pelo Professor James D. Rose da Universidade de Wyoming dizia que os peixes não podiam sentir dor porque eles não possuíam a parte neocortexal do cérebro, responsável por tal sensação. Peixes como os peixes-gato e tubarões possuem órgãos que detectam pequenas correntes elétricas. Outros peixes, como a enguia elétrica, podem produzir sua própria eletricidade.

Curiosidades:

Os peixes trocam de dentes durante toda a vida.
O peixe que nada mais rápido - Agulhão-vela - Alcança uma velocidade de 115 km por hora.



Agulhão-vela

O maior de todos os peixes é o tubarão-baleia, que pode alcançar um comprimento de 15 metros; e o menor peixe que se conhece é o Pandanka pygmanga, que vive nas Filipinas e quando adulto mede apenas 1 cm.



Tubarão – baleia

A palavra peixe usa-se por vezes para designar vários animais aquáticos, Mas a maior parte dos organismos aquáticos designados “peixe”, como as medusas e crustáceos e mamíferos, não são peixes.
O peixe é um dos símbolos do cristianismo. A palavra peixe , em grego, é IXTIS, cujas letras são iniciais da frase "Γιος του Ιησού Χριστού του Θεού του Σαλβαδόρ" que significa “Jesus Cristo Filho de Deus Salvador”.
Os peixes encontram-se em praticamente todos os ecossistemas aquáticos, tanto em água doce como água salgada, desde a água da praia até às grandes profundezas dos oceanos. Mas há alguns lagos hipersalinos, como o Grande Lago Salgado, nos EUA onde não vivem peixes.
Os peixes têm uma grande importância para a humanidade e desde tempos imemoriais foram pescados para a sua alimentação. Muitas espécies de peixes são criadas em condições artificiais, não só para alimentação humana, mas também para outros fins, como os aquários.

Há algumas espécies perigosas para o Homem, como os peixe-escorpião que têm espinhos venenosos e algumas espécies de peixes encontram-se ameaçadas de extinção.
Alguns peixes ingerem água para recuperar a água perdida pelas brânquias, por osmose, e pela urina. Eles retiram oxigênio da água para respirar. Uma enguia toma o equivalente a uma colher de sopa de água por dia.
Os peixes urinam, mas nem todos urinam da mesma maneira. Os peixes de água doce precisam eliminar excesso de água que se acumula em seus corpos. Seus rins produzem muita urina para evitar que os tecidos fiquem saturados. Comparados aos peixes de água doce, os peixes de água salgada, que já perdem água por osmose, produzem muito menos urina.

PEIXE-ESPADA

Mulher Macho:
É incrível, mas é verdade. A fêmea do Peixe-Espada pode virar macho depois de velha. Isto acontece geralmente através de um atrofiamento de sua barbatana posterior, que passa a não mais abrir em forma de leque e torna-se comprida como a do macho, formando a tal "espada" que lhe deu o nome (as fêmeas não possuem a espada). Esta mudança de sexo ocorre em algumas fêmeas depois que dão a última cria. De fato, elas se tornam machos, mas não se sabe se são capazes de reproduzir. Os estudiosos ainda não conseguiram identificar as causas dessa metamorfose que permanece, portanto, como um grande mistério.


REDATOR:Diego, Pedro Henrique
COORDENADOR:Maristela, Mirele
POSTADOR:Mikaela
COMPONENTES DO GRUPO 2º ANO E